Sociedade

Júlio Parruque trava construções ilegais no mangal da Matola e fixa prazo de 24 horas para remoção de habitações 




O Presidente do Conselho Municipal da Cidade da Matola, Júlio Parruque, percorreu a pé, na manhã desta quarta-feira, a faixa costeira do bairro Matola “A”, onde ordenou a interdição imediata de obras e a remoção de residências erguidas ilegalmente em áreas de protecção ambiental, num prazo de 24 horas. 

Durante a fiscalização ao ecossistema marinho, o edil manifestou insatisfação com a destruição do mangal e com a proliferação de edificações em zonas de risco. Parruque repreendeu publicamente as autoridades comunitárias do bairro por autorizarem a ocupação habitacional em terrenos proibidos, alertando para os perigos ambientais e estruturais decorrentes dessas acções. 

Como resposta aos danos causados ao ecossistema, o Conselho Municipal determinou o reforço do programa de reflorestamento local, multiplicando por dez a meta anual de recuperação ambiental. Com a nova medida, o município pretende elevar a marca de plantio de 5 mil para 50 mil mudas de mangal por ano, visando a protecção da orla marítima e a prevenção de desastres naturais. 


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